quinta-feira, 24 de maio de 2012

Convite


           O MEJ (Movimento Eucarístico Jovem) convida toda a juventude para participar da Caminhada Mariana, que será realizada no dia 26 de maio de 2012. A concentração será na praça Padre Cícero, às 17h 30 min, de onde seguirá procissão até a igreja matriz, no Centro. Em seguida, será realizada Missa dedicada a toda juventude.
              Desde já agradecemos a presença de todos neste dia dedicado à Nossa Senhora.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Catequese Bento XVI - Oração Cartas de Paulo (1)



Queridos irmãos e irmãs,

Nas últimas catequeses refletimos sobre a oração nos Atos dos Apóstolos, hoje gostaria de começar a falar sobre a oração nas cartas de São Paulo, o apóstolo dos gentios. Antes de tudo, queria fazer notar como as suas cartas sejam introduzidas e se fechem com expressões de oração: no início agradecimento e louvor, e no final, desejo de que a graça de Deus guie o caminho das comunidades as quais é endereçada a carta. Entre a fórmula de abertura: "agradeço o meu Deus por meio de Jesus Cristo" (Rm 1,8), e o desejo final: "a graça do Senhor Jesus esteja com todos vocês" (I Cor. 16,23), se desenvolvem os conteúdos das cartas do Apóstolo. Aquela de São Paulo é uma oração que se manifesta em uma grande riqueza de formas que vão desde o agradecimento à benção, do louvor ao pedido de intercessão, do hino à súplica: uma variedade de expressões que demonstra como a oração envolva e penetre todas as situações da vida, sejam aquelas pessoais, sejam aquelas das comunidade às quais se dirige.

Um primeiro elemento que o apóstolo quer nos fazer compreender é que a oração não deve ser vista como uma simples obra boa feita por nós para Deus, uma ação nossa. É, antes de tudo, um dom, fruto da presença viva, vivificante do Pai e de Jesus Cristo em nós. Na carta aos Romanos, escreve: "Do mesmo modo, o Espírito Santo vem em auxílio à nossa fraqueza: não sabemos, de fato, como rezar em modo conveniente, mas o Espírito mesmo intercede com gemidos inefáveis (8,26). E sabemos como é verdadeiro o que diz o Apóstolo: "Não sabemos como rezar em modo conveniente". Queremos rezar, mas Deus está distante, não temos as palavras, a linguagem para falar com Deus, nem mesmo o pensamento. Podemos somente nos abrir, colocar o nosso tempo à disposição de Deus, esperar que Ele nos ajude a entre em verdadeiro diálogo. O apóstolo diz: exatamente essa falta de palavas, essa ausência de palavras, e também o desejo de entrar em contato com Deus, é a oração que o Espírito Santo não somente entende, como leva, interpreta diante de Deus. Exatamente essa nossa fraqueza se torna, através do Espírito Santo, verdadeira oração, verdadeiro contato com Deus. O Espírito Santo é quase um intérprete que faz com que Deus entenda aquilo que queremos dizer.

Na oração nós experimentamos, mais que em outras dimensões da existência, a nossa fraqueza, a nossa pobreza, o nosso ser criaturas, porque somos colocados diante da Onipotência e da transcendência de Deus. E quanto mais progredimos na escuta e no diálogo com Deus, para que a oração se torne o respiro cotidiano da nossa alma, mais percebemos a dimensão do nosso limite, não somente diante das situações concretas de cada dia, mas também em relação ao próprio relacionamento com o Senhor. Cresce então em nós, a necessidade de confiar, de confiarmo-nos sempre mais a Ele; compreendemos que "não sabemos...como rezar de modo conveniente" (Rom 8,26). E é o Espírito Santo que ajuda a nossa incapacidade, ilumina a nossa mente e esquenta o nosso coração, guiando o nosso dirigir-se a Deus. Para São Paulo, a oração é, sobretudo, o agir do Espírito Santo na nossa humanidade, que se encarrega da nossa fraqueza e transforma-nos de homens ligados às realidades materiais em homem espirituais. Na primeira Carta aos Coríntios diz: "Agora, nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito de Deus para conhecer aquilo que Deus nos deu. Desta nós falamos, com palavras não sugeridas pela sabedoria humana, mas sim, ensinadas pelo Espírito, exprimindo coisas espirituais em termos espirituais" (2,2-12). Com o seu habitar na nossa fragilidade humana, o Espírito Santo nos transforma, intercede por nós, nos conduz às alturas de Deus (Rom 8,26).

Com essa presença do Espírito Santo se realiza a nossa união a Cristo, já que se trata do Espírito do Filho de Deus, no qual nos tornamos filhos. São Paulo fala do Espírito de Cristo (Rom 8,9), não somente do Espírito de Deus. É obvio: se Cristo é o Filho de Deus, o seu Espírito é também Espírito de Deus e assim, se o Espírito de Deus, Espírito de Cristo, se torna já muito próximo a nós no Filho de Deus e no Filho do Homem, o Espírito de Deus se torna também espírito humano e nos toca; podemos entrar na comunhão do Espírito. É como se dissesse que não somente Deus Pai se fez visível: na Encarnação do Filho, mas também o Espírito de Deus se manifesta na vida e na ação de Jesus, de Jesus Cristo, que viveu, foi crucificado, morreu e ressuscitou. O Apóstolo recorda que "ninguém pode dizer "Jesus é o Senhor", se não sob a ação do Espírito Santo" (I Cor 12,3). Portanto, o Espírito orienta o nosso coração a Jesus Cristo, de modo que não sejamos mais nós a viver, mas Cristo a viver em nós" (Gal 2,20). Nas suas Catequeses sobre os Sacramentos, refletindo sobre a Eucaristia, Santo Ambrósio afirma: "Quem se inebria do Espírito, está enraizado em Cristo" (5,3.17: PL 16, 450).

E gostaria agora de evidenciar três consequências da nossa vida cristã quando deixar operar em nós não o Espírito do mundo, mas o Espírito de Cristo como princípio interior de todo o nosso agir.

Antes de tudo, com a oração animada pelo Espírito, somos colocados em condição de abandonar e superar todo medo e escravidão, vivendo a autêntica liberdade dos filhos de Deus. Sem a oração que alimenta cada dia o nosso ser em Cristo, em uma intimidade que cresce progressivamente, nos encontramos na condição descrita por São Paulo na Carta aos Romanos: não fazemos o bem que queremos, mas sim, o mal que não queremos(Rom 7,19). E esta é a expressão de alienação do ser humano, de destruição da nossa liberdade, para as circunstâncias do nosso ser para o pecado original: queremos o bem que não fazemos e fazemos aquilo que não queremos, o mal. O Apóstolo quer fazer entender que não é a nossa vontade a liberar-nos desta condições e nem mesmo a Lei, mas sim, o Espírito Santo. E já que, "onde está o Espírito do Senhor, está a liberdade" (II Cor 3,17),com a oração experimentamos a liberdade doada pelo Espírito: uma liberdade autêntica, que é liberdade do mal e do pecado, para o bem e para a vida, para Deus. A liberdade do Espírito, continua São Paulo, não se identifica nunca com a libertinagem, nem com a possibilidade de fazer a escolha pelo mal, mas sim, com o fruto do Espírito que é amor, alegria, paz, magnamidade, benevolência, bondade, fidelidade, mansidão e domínio de si" (Gal 5,22). Esta é a verdadeira liberdade: poder realmente seguir o desejo do bem, da verdeira alegria, da comunhão com Deus e não ser oprimido pelas circunstâncias que nos pedem outras direções.

Uma segunda consequência se verifica na nossa vida quando deixamos agir em nós o Espírito de Cristo é que o relacionamento com o próprio Deus se torna tão profundo ao ponto de não ser corrompido por nenhuma realidade ou situação. Compreendemos então que com a oração não somos liberados das provas ou dos sofrimentos, mas podemos vivê-los em união com Cristo, com os seus sofrimentos, na expectativa de participar também da sua glória (Rom 8,17). Muitas vezes, na nossa oração, pedimos a Deus de sermos liberados do mal físico e espiritual, e o fazemos com grande confiança. Todavia, frequentemente temos a impressão de não sermos ouvidos e então caímos no risco de nos desencorajarmos e de não perseverar. Na realidade, não existe grito humano que não escutado por Deus e exatamente na oração constante e fiel, compreendemos com São Paulo que os sofrimentos do tempo presente não impedem a glória futura que será revelada em nós (Rom 8,18). A oração não nos isenta da prova ou dos sofrimentos, mas - diz São Paulo - nós gememos interiormente esperando a adoração de filhos, a redenção do nosso corpo" (Rom 8,26); ele diz que a oração não nos isenta do sofrimento, mas a oração nos permite vivê-lo e enfrentá-lo com uma força nova, com a mesma confiança de Jesus, o qual - segundo a carta aos hebreus - "nos dias da sua vida terrana ofereceu orações e súplicas com fortes gritos e lágrimas, a Deus que podia savá-lo da morte e, pelo seu pleno abandono, foi ouvido" (5,7). A resposta de Deus Pai ao Filho, aos seus fortes gritos e lágrimas, não foi a libertação dos sofrimentos, da cruz, da morte, mas foi uma realização muito maior, uma resposta muito mais profunda; através da cruz e da morte, Deus respondeu com a ressurreição do Filho, com a nova vida. A oração animada pelo Espírito Santo leva-nos também a viver cada dia o caminho da vida com suas provas e sofrimentos, na plena esperança, na confiança em Deus que responde como respondeu a seu Filho.

E, terceiro, a oração do fiel se abre também às dimensões da humanidade e de toda a criação, tomando a ardente expectativa da criação, colocada em direção à revelação dos filhos de Deus (Rom 8,19). Isso significa que a oração, sustentada pelo Espírito de Cristo que fala no íntimo de nós mesmos, não fica nunca presa em si mesma, não é somente uma oração por mim, mas se abre à divisão dos sofrimentos do nosso tempo, dos outros. Se torna intercessão pelos outros, e assim liberação de mim, canal de esperança para toda a criação, expressão daquele amor de Deus que foi derramos sobre os nosso corações por meio do Espírito que nos foi dado (Rom 5,5). E exatamente esse é um sinal de verdadeira oração, que não se encerra em nós mesmos, mas se abre aos outros e assim me libera, assim ajuda a redenção do mundo.

Queridos irmãos e irmãs, São Paulo nos ensina que na nossa oração devemos abrir-nos à presença do Espírito Santo, o qual reza em nós com gemidos inexprimíveis, para levar-nos a aderir a Deus com todo o nosso coração e com todo o nosso ser. O Espírito de Cristo se torna a força da nossa oração "fraca", a luz da nossa oração "apagada", o fogo da nossa oração "árida", doando-nos a verdadeira liberdade interior, ensinando-nos a viver enfrentando as provas da existência, na certeza de não estarmos sós, abrindo-nos aos horizontes da humanidade e da criação " que geme e sofre as dores de parto" (Rom 8,22).

Obrigado!



segunda-feira, 14 de maio de 2012

Liturgia diária

Evangelho (João 15,9-17)
Segunda-Feira, 14 de Maio de 2012
São Matias, Apóstolo

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 
9Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. 10Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. 
11E eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena. 12Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei.13Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. 15Já não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que faz o seu senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai.
16Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi e vos designei para irdes e para que produzais fruto e o vosso fruto permaneça. O que então pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo concederá. 17Isto é o que vos ordeno: amai-vos uns aos outros. 


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

CONVITE



Amados irmãos e irmãs.

          É com grande júbilo que convidamos você e sua comunidade para juntos celebrarmos a festa de Nossa Senhora de Fátima, mulher de fé, aquela que foi sacrário vivo de Jesus. Elas nos mostra, como ninguém, que Jesus é o caminho, a verdade e a vida.



PROGRAMAÇÃO

Tema: ''Maria, mãe e modelo da igreja, invocada e venerada como saúde dos enfermos.''

10/05 - Abertura - Quinta-feira
19:00 hs - Celebração Eucarística
Presidente: Côn. João José de santana Neto
Animação: Região São Miguel, Liturgia Paroquial, MEJ e Equipe de Peregrinação de N. Srª de Fátima.
Musical: Sol Nascente

11/05 - Sexta-feira
19:00 hs - Celebração Eucarística
Presidente: Pe. Valmir Galdino
Animação: Região São Benedito, Fazenda Sagrada Família, Romeiros, Confraria do Rosário.

12/05 - Sábado
19:00 hs - Celebração
Presidente: Diác. Edivaldo
Animação: Grupo de Casais, Catequese, Pastoral da Criança, Juventude e Pastoral do Idoso.

13/05 - Domingo - Encerramento
16:00 hs - Celebração Eucarística
Presidente: Côn. Severino Fernando de Souza Neto
Animação: Região São Sebastião, Homens do Terço, Apostolado da Oração, Legião de Maria e todo povo de Deus.


Após a celebração da santa missa, haverá procissão pelas principais ruas de nossa comunidade.

Todos os dias as 6hs, 12hs, 15hs e 18hs haverá meditação do santo terço.

Haverá quermesse todos os dias.

domingo, 6 de maio de 2012

Liturgia diária


Domingo, 6 de Maio de 2012
5º Domingo da Páscoa


Evangelho (João 15, 1-8)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 1Jesus disse a seus discípulos: Eu sou a videira verdadeira e meu Pai é o agricultor. 2Todo ramo que em mim não dá fruto ele o corta; e todo ramo que dá fruto, ele o limpa, para que dê mais frutos ainda
3Vós já estais limpos por causa da palavra que eu vos falei. 4Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar fruto, se não permanecerdes em mim. 
5Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim, e eu nele, esse produz muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. 
6Quem não permanecer em mim, será lançado fora como um ramo e secará. Tais ramos são recolhidos, lançados no fogo e queimados. 
7Se permanecerdes em mim e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e vos será dado. 8Nisto meu Pai é glorificado: que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos. 




 - Palavra da Salvação. 
- Glória a vós, Senhor.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

CONVITE



Estimando irmãos e irmãs.

       A nossa comunidade Virgem dos Pobres, está em festa e este ano completa "Bodas de Prata" 25 anos.
     E nessa festa queremos celebrar as maravilhas de Deus, durante todos esses anos pela intercessão da Bem-Aventurada Imaculada Virgem dos Pobres.
Pedimos ao Espírito Santo um coração semelhante ao de Maria: Com humildade, para servir ao irmão; com muito amor para adorar seu filho Jesus.
E nessa alegria, queremos convidar a todos para junto conosco, celebrar essa festa com muito júbilo.

Fraternalmente:
Conselho Comunitário da Comunidade Virgem dos Pobres
Pároco: Cônego Severino Fernando de Souza Neto



Paróquia de Nossa Senhora da Conceição
Festa da Imaculada Conceição Virgem dos Pobres
De: 02 à 06 de maio de 2012

02/05 - Quarta-feira - 19 horas - Celebração Eucarística
Presidida pelo Revmo: Cônego Severino Fernando de Souza Neto
Animação: Pastoral do batismo, pastoral do dízimo, pastoral da pessoa idosa, pastoral da criança, pastoral da juventude, Pascom.

03/05 - Quinta-feira - 19 horas - Celebração Eucarística
Presidida pelo Revmo: Pe. Erivaldo Xavier
Animação: Região São Miguel, Grupo de Casais, Catequese C.F, Inserção Social Bom Samaritano, Vicentinos.
Musical: Vida no Espírito

04/05 - Sexta-feira - 19 horas - Celebração Eucarística
Presidida pelo Revmo: Pe. José Cícero da Silva
Animação: Região São Sebastião, Apostolado da Oração, MEJ, Homens do Terço, Confraria do Rosário, Legião de Maria, Movimento Mãe Rainha.
Musical: Sol Nascente

05/05 - Sábado - 19 horas - Celebração Eucarística
Presidida pelo Revmo: Mons. Delfino Barbosa Neto
Animação: Região São Benedito, renovação carismática, Movimento da Esperança, Pastoral da Segurança.
Musical: Hosana

06/05 - Domingo - Encerramento
17 horas: Procissão pelas principais ruas da comunidade
19 horas: Celebração Eucarística
Presidida pelo Arcebispo: Dom Antônio Muniz Fernandes
Animação: MECE, Acólitos e Ancilas e todo povo de Deus.
Musical: Ministério da Família


*OBS: Durante o tríduo, meditaremos Ofícios e Terços: 6h, 12h, 15h, 18h.
E toda noite a tradicional quermesse. 

quinta-feira, 5 de abril de 2012

XIV LOUVAI A DEUS

TEMA: Jesus Cristo é a ressurreição e a vida

LOCAL: Quadra de Esportes Luiz Alves da Silva
DIA 08 de Abril


Programação



15h 30min: Acolhida e animação

16h: Louvor com o musical de São Luis do Quitunde

16h 15min: Palavra com o Frei Tadeu Bento

17h: Entrada do Ressuscitado (MEJ, Homens do Terço)

17h 35min: Apresentação dos Acolhidos da Sagrada Família

17h 40min: Apresentação Teatral

18h: Entrada de Nossa Senhora  da Conceição – (Confraria do Rosário, Legião de Maria e Cavaleiros da Imaculada)

18h 30min: Louvor - (Ministério de Música)

19h: Entrada do Santíssimo
19h 30min: Santa Missa

20h 30min: Louvor e sorteio de brindes

22h: Encerramento


Obs.

Venda de camisas na Secretaria Paroquial
Ônibus saindo de Tabuleiro do Pinto, Gustavo Paiva e Lourenço de Albuquerque

Mais informações: (082) 3261 1475

terça-feira, 27 de março de 2012

domingo, 11 de março de 2012

sábado, 3 de março de 2012

Tempo de Quaresma...

                               Tempo da Quaresma

     A quaresma tem seu inicio na quarta-feira de cinzas e seu término ocorre na Sexta-feira santa, até a celebração da Missa da Ceia do Senhor Jesus Cristo com os doze apóstolos... Os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, à conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.A quaresma vai a até a páscoa quando o Senhor ressuscitar.
     Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa penitência. O roxo no tempo da quaresma não significa luto e sim simboliza que a igreja está se preparando espiritualmente para a grande festa da páscoa, a ressurreição de Jesus Cristo.