terça-feira, 12 de abril de 2011

Paróquia realizará XIII Louvai a Deus

No domingo de Páscoa (24), a partir das 16h, no Ginásio de Esportes Luiz Alves da Silva, a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Rio Largo (AL) realizará a 13ª edição do “Louvai a Deus”, com o tema “Cristo Ressuscitado, Fundamento da Nossa Fé”.
Realizado anualmente, é no Louvai a Deus que a comunidade se reúne para celebrar a ressurreição de Cristo, com louvores, peças, músicas, adoração ao Santíssimo Sacramento, Santa Missa e muito mais.


Venha louvar também!




Por PASCOM
Rio Largo

sábado, 9 de abril de 2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Carta aos amigos

Caríssimos irmãos em Cristo,


Graça e paz da parte de Deus nosso Pai e de Jesus nosso Irmão, que nos amou com a plenitude de sua humanidade entregando-se por nós num madeiro. É com muita alegria que, mais uma vez, nos comunicamos por meio desse simples e mero instrumento. Conto a alegria de servir ao meu Senhor e mestre a quem entreguei tudo que tenho e sou. É ele o sustentáculo de nossa vida e o fundamento de nossa caminhada.
O que seria de nós se o Senhor não nos sustentasse? O que seria de nossa vida se Ele não a garantisse a existência? O que seria de nós sem o seu sacrifício no alto do patíbulo? Nós não seriamos nada! Absolutamente nada! É Ele que vem nos garantir existência e nos dar a salvação. Por isso amá-lo deve ser a nossa resposta a sua grande entrega.
Diz-nos São Vicente de Paulo: "Amar não é o bastante. É preciso prová-lo". E como provar? Observando o exemplo já dado por Cristo e pelos tantos santos que imitaram seu exemplo. A marca e o critério de ser cristão e seguir o Cristo e segui-lo até as últimas consequências, sem nos paralisarmos na nossa vontade, no nosso querer. É deixar que Ele viva em nós.
É, sem dúvida, um tempo privilegiado de conversão e, sobretudo, de escuta da palavra de Deus. Este é o tempo de preparação para o ápice de vida terrena do Messias; o Servo Sofredor que veio para fazer a vontade de seu Pai celestial, a sua páscoa. Assim, mortos com Cristo e ressuscitados nEle, devemos viver segundo uma moral de ressuscitados e não segundo os interesses e desejos nossos e deste mundo que muitas vezes são tão contrários aos desígnios de Deus. Vivamos, pois, o exemplo de Cristo, que prova pela sua vida, que não há nada mais importante que a obediência ao Pai.
A liturgia da palavra deste tempo vai focar a conversão do coração como meio de conversão. Convida-nos a fazer dele o altar do sacrifício onde devem ser imoladas as nossas vontades e interesses. É comum no evangelho a crítica de Jesus ao farisaísmo e, com mais relevância, à hipocrisia. Se formos à origem etimológica da palavra, veremos que hipocrisia deriva do grego hipo (abaixo, escondido) - crisis (jugo, julgamento, etc). Literalmente diríamos: é aquele que tem pouco juízo, não pensa bem as coisas, ou que tem o juízo escondido, que tende esconder a sua real maneira de ser. Logo, Jesus condena essas práticas de vida dupla e imoralidades próprias de seu tempo e tão comuns na sociedade hodierna.
Enfim, o tempo quaresmal é um tempo de conversão. De mudança de hábitos, de mudança de coração. Eis que o reino de Deus está perto. E como vai a minha vida? Como vai a minha caminhada para conquista deste novo reino que se anuncia? Devo estar restaurado como uma veste esplendorosa, lavada pelo sangue do Cordeiro.


Rafael dos Santos, Seminarista

Dois anos depois do fato, Mons. José Nilton fala... (por PASCOM Mãe do Povo)

No último dia 31/03, depois de dois anos que deixou Rio Largo, Mons. José Nilton falou a Pascom: "Sou natural de Palmeira dos Índios, Alagoas, de família cristã, batizado na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Amparo, catedral diocesana. Estudei meus primeiros anos de escola, no Grupo Escolar Almeida Cavalcante, em minha terra natal, conclui o primeiro grau na Escola Professora Maria José Loureiro, no CEPA, em Maceió. Fui crismado na Igreja Matriz de São José, Trapiche da Barra. Conclui meus estudos de segundo grau no Colégio Estadual Humberto Mendes, em minha cidade Natal, quando fui enviado por Dom Epaminondas José Araújo, para estudar filosofia e Teologia, no Seminário Arquidiocesano Santo Antônio de Juiz de Fora, Minas Gerais. Fui instituído nos primeiros ministérios de leitor e acólito na Igreja de São Sebastião no Prado, por Dom Fenelon Câmara Filho, Arcebispo da época. Ordenado diácono por Dom Fernando Iório na Catedral de Nossa Senhora do Amparo, em minha cidade Natal.
Em 25 de janeiro de 1986, com vinte e seis anos de idade, em Palmeira dos Índios, pela imposição das Mãos de Dom Fernando Iório Rodrigues, ( in memorian ) bispo diocesano, e Oração de consagração, fui ordenado presbítero para o serviço da Igreja de Deus.
Logo após a minha ordenação sacerdotal fui nomeado vigário paroquial da catedral diocesana, onde exerci por dois anos e meio, os primeiros anos de meu sacerdócio.
Tendo em vista as necessidades da Arquidiocese de Maceió, e a pedido do seu arcebispo de então, Dom Edvaldo Gonçalves Amaral, fui enviado por meu bispo, Dom Fernando Iório Rodrigues, para servir a Arquidiocese de Maceió, na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, do Rio Largo, bem como, no Seminário da Província e concluir na Universidade Federal de Alagoas a minha Licenciatura em Filosofia.
Em Rio Largo cheguei em 17 de abril de 1988, para tomar posse daquela Igreja Paroquial, onde passei vinte e um anos de serviço pastoral evangelizador profícuo, numa Celebração Eucarística presidida por Dom Otávio Barbosa Aguiar.
Na arquidiocese de Maceió, Igreja a qual sou membro de fato e de direito, tenho prestado o meu serviço evangelizador com muito esmero, nestes anos que aqui estou de vida sacerdotal, como diz o Apóstolo Paulo ”Ai de mim se eu não evangelizar”.
Quando despontava para mim no horizonte da história preparar o jubileu de prata de minha ordenação sacerdotal, fui surpreendido de uma forma inusitada, com denúncia frívola por mentores patológicos desconhecidos oficialmente, acusando-me de ser “ flagado com mulheres e cachaça noite a dentro, num barco catamarã, em Salvador ” e que foi para mim, um experiência de martírio, fui pregado na cruz, com tamanha insanidade de meus algozes. Mas me deixei envolver com a espiritualidade quenótica, completando em minha carne, os sofrimentos de Cristo, por amor à Igreja. Cito: “A minha vida presente na carne eu a vivo, na fé do Filho de Deus que me amou e se entregou por mim”.
Era uma manhã ensolarada de 31 de janeiro de 2009, um sábado, com um grupo de paroquianos, grupo de família de bem e honrada, membros da associação dos bons amigos de Rio Largo, fizemos um passeio a barco até as ilhas dos frades e de Itaparica, Bahia, voltando logo após o almoço para Salvador onde demos continuidade ao lazer turístico previsto para aquele último dia de minhas férias.
Meus algozes foram terríveis e cruéis, conspiraram fazendo uso das imagens oficiais do passeio com fins diabólicos. “Disseram” que eu estava com mulheres e cachaça e que tal “farra” se prolongou até o amanhecer do dia seguinte na Ilha de Itaparica, mas não se conhece de forma oficial os nomes dos conspiradores.
Assim se expressou um amigo pelo Jornal Tribuna do Sertão sobre o referido fato: “Seus acusadores são terríveis e cruéis, fizeram uso das imagens com fins diabólicos. “Disseram” que a “farra” se prolongou até o amanhecer do dia seguinte na Ilha de Itaparica, mas não se conhece o nome deste infeliz informante. Primeira mentira! “Disseram” que o padre “dançou” a música “na boquinha da garrafa”. Eu mesmo não vi nenhuma “garrafa” no piso do barco. Segunda mentira! “Disseram” que o padre “criou fama de polêmico e misto de político e boêmio inveterado”. Terceira mentira! O padre José Nilton, aos 50 anos, não é uma figura polêmica, não faz parte de grupo político e nunca foi ‘boêmio”. É um homem sem vícios! Conheço sua alegria e seu entusiasmo pela vida dos paroquianos. Sei do seu zelo e de sua dedicação pelo sacerdócio. Tenho certeza da sua comunhão com a Igreja do Cristo, tal como viveu o padre Antônio Vieira. José Nilton é meu amigo e meu irmão! E vai continuar sendo, pois nada mudou, nem mudará em nossa convivência de Sacerdote e de Cristão!... Pensemos nisso! Por hoje é só.”(Extraído da Tribuna do Sertão, Abril de 2009. Everaldo Damião, advogado e radialista).
Sou um sacerdote feliz, alegre e entusiasmado pela vida, dom de Deus, e pela fé que recebi da minha Igreja, naquela pia batismal. Também sou entusiasmado e zeloso com os meus paroquianos e com o meu sacerdócio. Que o digam os vinte e um anos de ministério sacerdotal exercidos na cidade de Rio Largo.
Tenho certeza da minha comunhão com a Igreja de Cristo, da paz de minha consciência e do aprendizado que tal episódio gerou para a minha vida daqui para frente. Unido sempre estarei a Jesus Cristo que disse: “Eu venci o mundo e vós também vencereis”.
Já se fez no último 31 de março, dois anos que com muito amor no coração e coragem na alma entreguei a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, de Rio Largo, acreditando na ação providencial do Deus-Amor".
“Se um invejoso destrói minha reputação e me deixa totalmente desacreditado, Deus poderia impedir esse desastre, através de um infarto cardíaco no invejoso. Mas se não faz, permite e desta forma, pela fé, aceito que em todo ato humano o elo final está nas mãos de nosso Deus e Pai”.
Sou grato ao bom Deus por ter-me colocado em outro campo de missão, e poder continuar olhando para frente, servindo à Igreja de Jesus de Nazaré, na minha querida Arquidiocese de Maceió, a qual pertenço de fato e de direito, neste 25 anos de vida sacerdotal. Concluiu o Mons. José Nilton.
Fonte:

Disponível em http://www.paroquiamaedopovo.org.br/ . Acesso: 06 de abril de 2011.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Campanha da Fraternidade segue com plantio da primeira muda

Fonte: PASCOM
No último sábado (19), na comunidade de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Destilaria), foi plantada a 1ª muda das árvores da Campanha da Fraternidade (Fraternidade e a Vida no Planeta).
Durante o dia, Cônego Severino Fernando (pároco) empenhou-se em visitar os enfermos daquele povoado, os quais foram elencados dentre as intenções da Santa Missa realizada à noite. Sobre o ato, enfatizou que a árvore fora plantada para ser zelada por toda a comunidade e como símbolo do cuidado com a natureza. "Cuidando desta planta mostraremos que nos preocupamos em curar a febre do planeta", acrescentou.

Fonte: PASCOM

No momento do plantio, os fiéis da comunidade cantaram em uma só voz o hino da Campanha da Fraternidade (2011) , numa verdadeira confraternização de alegria, restando notável pelo olhar de cada um deles o compromisso em dedicar-se à nova vida trazida àquele lugar.
As mudas, doadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA), foram entregues na Missa de lançamento da Campanha da Fraternidade  em nossa paróquia, como ato concreto de conscientização e transformação social, e breve serão todas plantadas nas outras comunidades paroquiais.



Por PASCOM
Camila Moisés (produção) 
Aurélio Ramos (finalização e edição)

terça-feira, 22 de março de 2011

Quaresma, tempo de conversão



Por seminarista Rafael dos Santos*


Sempre que a Igreja está perto de uma grande festa ela se prepara. Ao decorrer do ano litúrgico vemos o quão ela dá ênfase aos grandes acontecimentos da história da salvação que tem como centro o Cristo, enviado por Deus para nos redimir com seu sangue.
O mistério da vida, morte e ressurreição de Jesus é celebrado a cada eucaristia, mas vivido intensamente nos tempos que nos proporciona a santa mãe Igreja. São eles momentos de reflexão na fé que cremos e conversão contínua do coração ao Cristo que professamos. Sem lógica ficaria este crer sem um autêntico testemunho de vida. Assim como uma fé morta, não edificaria nada e o que construísse seria vazio como ela e cederia com a primeira ventania do dia.
Como no advento, agora na quaresma somos convidados à uma vida segundo os desígnios de Deus, que já tendo enviado seu Filho no natal, agora nos faz partícipes de sua natureza pelo sacrifício da Cruz, sinal do amor que ele nos cumula, cumprindo a promessa feita a nossos pais.
É sem duvida um tempo privilegiado de conversão e, sobretudo, de escuta da palavra de Deus. Este é o tempo de preparação para o ápice da vida terrena do Messias; o servo sofredor que veio para fazer a vontade de seu Pai celestial, a sua páscoa. Assim mortos com Cristo e ressuscitados nEle, devemos viver segundo uma moral de ressuscitados e não segundo os interesses e desejos nossos e deste mundo, que muitas vezes são tão contrários aos desígnios de Deus. Vivamos, pois, o exemplo de Cristo, que prova pela sua vida, que não há nada mais importante que a obediência ao Pai.
É um tempo de penitência e encontro com Jesus Eucaristia. O Concílio Vaticano Segundo recomenda que “a penitência quaresmal não seja só interna e individual, mas, sobretudo externa e social. E a prática penitencial, segundo a as possibilidades de nosso tempo e das diversas regiões, como também consoante as condições dos fiéis" (SC 110). Participar do sacrifício da Santa Missa significa percorrer, juntamente com Cristo, o itinerário da provação e assumir, como participantes de sua vida, a sua cruz, que por justiça é mais nossa do que dEle.
A liturgia da palavra deste tempo vai focar a conversão do coração como meio de conversão. Convida-nos a fazer dele o altar do sacrifício onde devem ser imoladas as nossas vontades e interesses. É comum no evangelho a crítica de Jesus ao farisaísmo e com mais relevância à hipocrisia. Se formos à origem etimológica da palavra, veremos que hipocrisia deriva do grego  hipo (abaixo, escondido)  crisis (jugo, julgamento). L
iteralmente diríamos: é aquele que tem pouco juízo, não pensa bem as coisas, ou que tem o juízo escondido, que tende a esconder sua real maneira de ser. Logo, Jesus condena essas práticas de vida dupla e imoralidades próprias de seu tempo e tão comuns na sociedade hodierna.
Enfim, o tempo quaresmal é um tempo de conversão. De mudança de hábitos, de mudança de coração.
Eis que o reino de Deus está perto. E, como vai a minha vida? Como vai a minha caminhada para conquista deste novo reino que se anuncia? Devo estar restaurado como uma veste esplendorosa, lavada pelo sangue do cordeiro.

*Seminarista da diocese de Frederico Westphalen – RS cursando o 2º de  filosofia no ano de 2011 no Seminário Maria Mater Ecclesiae do Brasil
terça-feira, março 22, 2011Anônimo1 comment

Festa da acies

No dia 26 de março, a partir das 14h, na igreja matriz de nossa paróquia, acontecerá a grande festa da acies, que contará com a presença de todos os legionários.



Fonte: arquivo de festas anteriores

Fonte: arquivo de festas anteriores

A "ACIES" (do livro "Solenidades Legionárias")

Dada a importância da devoção à Santíssima Virgem dentro da Legião, os legionários se consagrarão, todos os anos individual e coletivamente a Nossa Senhora, no dia 25 de Março ou em outro dia conveniente, nas proximidades desta data, numa cerimônia que tem o nome de Acies.
Esta palavra latina, que significa um exército em ordem de batalha, designa, com razão, a cerimônia em que os legionários, como um só corpo, se reúnem para renovar a sua fidelidade a Maria, Rainha da Legião, e dela receber a força e a bênção para um novo ano de combate contra o exército do mal. Contrasta, além disso, com Praisidium, que apresenta a Legião, não em formação de combate, mas espalhada em várias seções, ocupadas cada qual no seu próprio trabalho.
A Acies é a grande solenidade do ano, a festa central da Legião. Insista-se, pois, com cada legionário, sobre a importantíssima obrigação de a ela assistir. A idéia central, sobre a qual tudo na Legião se sustenta, é o trabalho em união e sob a dependência de Maria, sua Rainha. A Acies é a solene declaração desta união e dependência, a renovação - individual e coletiva - do compromisso de fidelidade da Legião. Por isso, todo o legionário que, podendo assistir, não o faz, tem pouco ou nenhum espírito da Legião. Não vale a pena ter tais membros.
Eis o processo a seguir:
No dia fixado para a cerimônia, os legionários se reunirão, se possível, numa igreja. Em lugar conveniente será colocada a imagem da Imaculada Conceição, condignamente enfeitada de flores e velas e, em frente, o Vexillum Legionis, modelo grande, conforme atrás ficou descrito,
A cerimônia começa por um cântico, seguido da reza das Orações Iniciais, incluindo o Terço. Em seguida, um sacerdote falará sobre o significado da Consagração a Nossa Senhora.
Terminada a Alocução, começa o desfile em direção à imagem. À frente vão os Diretores Espirituais, um a um; atrás, os legionários, um a um, ou dois a dois, se forem numerosos, Chegando em frente do Vexillum, param e, colocando a mão sobre a haste do estandarte, pronunciam, ( um a um, ou dois a dois ), em voz alta e nestes termos, a consagração individual: "Eu sou todo vosso, ó minha Rainha e minha Mãe, e tudo quanto tenho vos pertence". Feito isto, largam o Vexillum, inclinam-se levemente e afastam-se.
Se os legionários forem numerosos, a consagração individual poderá durar bastante tempo, mas a cerimônia não deixará de ser, por isso, menos impressionante, O órgão ou harmônio contribuirá para tornar o desfile mais solene.
Não se pode usar mais do que um Vexillum. Tal processo abreviaria a cerimônia, é certo, mas destruiria a unidade. A pressa soaria desarmoniosamente no conjunto. A característica especial da Acies há de ser a ordem e a dignidade.
Logo que todos estejam nos seus lugares, um sacerdote, em nome de todos os presentes, lerá em alta voz um ato de Consagração a Nossa Senhora. Depois, de pé, rezam a Catena, finda a qual, se é possível, dar-se-á a Benção do Santíssimo Sacramento. A cerimônia termina com as Orações Finais da Legião e um cântico.
Pode-se incluir a Missa na Acies. Ocupará talvez o lugar da Benção do Santíssimo Sacramento, mantendo sem alteração os outros elementos da cerimônia. A celebração do Mistério Pascal absorverá em si e apresentará ao eterno Pai, pelo "único Mediador"e no Espírito Santo, as consagrações e ofertas espirituais que acabam de ser colocadas nas mãos maternas da "mais generosa cooperadora e escrava humilde do Senhor" (LG 61).
A fórmula da consagração: "Eu sou todo vosso, etc."não deverá ser pronunciada mecânica ou irrefletidamente. Cada um deverá concentrar nela o mais perfeito grau de entendimento e de gratidão. Para conseguirem isto mais facilmente, convém estudar a "Síntese Marial" que consta do Apêndice 11. Esforça-se esta por mostrar o papel único desempenhado por Maria na salvação e, por conseqüência, a extensão da dívida de cada um para com Ela. Talvez a Síntese possa constituir o objeto da Leitura Espiritual e da Alocução na reunião do Praesidium um pouco antes da Acies. Sugere-se o seu uso também como Ato Coletivo de Consagração na própria cerimônia.
Maria é o terror das potestades do inferno. Ela é "terrível como um exército em ordem de batalha" (Ct 6,3 ) porque, como Chefe experimentado, sabe dispor do Seu poder, da Sua misericórdia e das Suas orações, para confusão dos Seus inimigos e proveito dos Seus servos" (S. Afonso de Ligório).


por PASCOM
Rio Largo

quarta-feira, 16 de março de 2011

Paróquia lança Campanha da Fraternidade 2011


Domingo (13), a paróquia realizou Missa de lançamento da Campanha da Fraternidade 2011, que tem como tema “Fraternidade e a vida no planeta” e lema “A criação geme em dores de parto (Rm 6, 22)”.
Na homilia, Cônego Severino Fernando mencionou os recentes abalos sísmicos e 'tsunamis' no Japão, exemplificando-os como prováveis revoltas da natureza em razão das constantes ameaças humanas, recordado, ainda, as enchentes enfrentadas pelo nosso povo em junho de 2010.
Na ocasião, como ato concreto de conscientização e transformação social,  foram entregues mudas de árvores aos coordenadores para plantio em cada uma das dezesseis comunidades da paróquia, e uma foi entregue também ao prefeito Antônio Lins de Souza Filho, simbolizando o cuidado que deve ter com a população riolarguense.
Na quarta-feira de cinzas (9), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por seu secretário geral dom Dimas Lara Barbosa, em entrevista coletiva de lançamento, disse que a Campanha deste ano apresenta o aquecimento global e as mudanças climáticas como pontos de grande preocupação e, “a partir desses pontos, a Igreja no Brasil vem mostrar que estamos preocupados em discutir temas relevantes para a sociedade viver melhor”, ressaltou dom Dimas (cnbb.org.br).

PASCOM - Rio Largo

quarta-feira, 2 de março de 2011

Pe José Cicero Silvestre Motiva Paróquia Rumo aos 70 Anos

Este ano, a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição (Rio Largo/AL) comemora os seus 70 anos (Ser Paróquia de Nossa Senhora).
Em todos os recantos já ecoam júbilos de gratidão ao Pai Eterno pelas graças experimentadas ao longo desse período e por aquelas que ainda virão, segundo a Sua benevolência.
Confira Pe José Cicero Silvestre (pároco de Nossa Senhora da Conceição, Chã Preta/AL) em mensagem motivadora direcionada ao povo de Deus desta Comunidade de Fé.





Por Aurélio Ramos (PASCOM)